É um grande jogador de pau, ali onde o vêem; valente como as armas; leve como pós de sapatos. Quem agora aí anda na berra, é êle. É o galo da terra.

Revista lusitana: arquivo de estudos filológicos e etnológicos relativos a Portugal, Volumes 28-29 – J. Leite de Vasconcellos – 1930
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